Respeitando as Diferenças

novembro 3, 2009

Respeitando as Diferenças

A justificativa pela escolha do tema, é por essa esplendida forma de compartilhar um pouco do que nós estamos pesquisando com a sociedade, por meio da internet, onde ela é muito criticada, mas não podemos deixar de considerar que é uma boa forma de se comunicar.
Nossa iniciativa foi pela necessidade de expor esse assunto. O respeito as diferenças por mais que seja divulgado nunca é suficiente.
Como por exemplo: a miséria que alguns indivíduos são obrigados a viver, por causa desta sociedade capitalista.
Esta situação que foram colocados é motivo de humilhação por uma sociedade de nível social maior.
A miséria é a pior criação do mundo e quem a criou foi o ser humano, pois seu orgulho e ambição é tão grande que não consegue compartilhar o que é seu com o outro, onde a sociedade se torna cada vez mais egoísta, uma sociedade que não consegue ver o prejuízo que a exclusão social prejudica o desenvolvimento social e econômico, pois não permite o empresário contratar pessoas com baixa capacitação, onde poderia viabilizar oportunidades a todos e assim poderiam depois adquirir experiência.
O preconceito que se tem é tão grande que nos impede de ver que basta uma oportunidade, para que todos vivam com dignidade, e os excluídos sejam de qual forma, são capazes de absolutamente tudo e muito mais…
Necessitam apenas de capacitação, orientação e oportunidades.
Existem regras tabus, que são difíceis de ser quebrados, mas nunca impossíveis este preconceito mesmo que disfarçado existe em todos os lugares.
E se cada um conseguir mudar esta forma de pensar e agir e respeitar o ser humano no geral mudaremos esta sociedade.

MÚSICA

Condição
Lulu Santos

Eu não sou diferente de ninguém
Quase todo mundo faz assim
Eu me viro bem melhor
Quando tá mais pra bom que pra ruim

Não quero causar impacto
Nem tampouco sensação
O que eu digo é muito exato
E o que cabe na canção

Qualquer um que ouve entende
Não precisa explicação
E se for pensar um pouco
Vai me dar toda razão

A senhora, a senhorita e também o cidadão
Todo mundo que se preza
Nega fogo não

Eu não sei viver sem ter carinho
É a minha condição
Eu não sei viver triste e sozinho
É a minha condição
Eu não sei viver preso ou fugindo

Discentes: Rosilaine Leonel,
Tamires Vieira,
Magna Roberta,
Fernanda Freitas,
Maria Abadia,
Thais Lacerda.
Docente: Leandro Tancredo

“Água, preservar para as gerações futuras”

outubro 27, 2009

“Água, preservar para as gerações futuras”

O nosso planeta denomina-se Terra, mas poderia muito bem se chamar Água, pois a maioria de sua superfície é coberta por este liquido. Contudo isso não significa abundância do recurso, já que boa parte da água encontra-se congelada nos pólos ou é salgada. Segundo a Organização das Nações Unidas –ONU- metade da população do plane5ta sofre com a falta de água.
Dentro desta perspectiva, nem o Brasil está fora do perigo, apesar de possuir grandes recursos hidrográficos e de ter a maior reserva de água doce.
Abrigamos 12% da doce superficial do mundo, sendo que 70% deste volume concentram-se na região Amazônica, a menos habitada do país, enquanto que em alguns países da e do Oriente Médio há crônicos problemas de água. No Brasil os recursos hídricos, muitas vezes, são utilizados de formas inadequadas e o desperdício residencial é o campeão entre estes.
Em muitos países foram estabelecidas leis rigorosas para evitar os desperdícios domésticos. Nos Estados Unidos todas as casas construídas após 1995 são obrigadas a ter descargas com caixas de 6 litros bem mais econômicas. No Japão, existem programas de reciclagem dentro de casa; além dos canos que trazem água potável, os prédios ganham um segundo sistema hidráulico que recolhe e trata a água para a sua reutilização.
Diante desta questão, faz-se necessária a conscientização do consumo de água desde a mais tenra idade, colaborando para conservação e preservação em relação ao Meio Ambiente, e incorporando a sustentabilidade em nossa vida.

Bibliografia:

Revista do professor, Porto Alegre, 23: 43-43, jul./set.2007

Alessandra Cristina
Débora Santos Lopes
Fernanda Queiroz
Laís do Nascimento Borges
Sandra Leão
Vanda Regina Pedro

Pedagogia, 6º período.

A Alegria de Ensinar

outubro 27, 2009

Ensinar é preciso primeiramente ter prazer e fazer com que os alunos sintam prazer igual a que o educador sente, se isso não acontecer o educador terá fracasso em sua missão.
Os técnicos em educação desenvolveram métodos de avaliar a aprendizagem e a partir dos seus resultados classificam os alunos, mas ninguém jamais pensou em avaliar a alegria dos estudantes mesmo porque não há métodos objetivos para tal. Porque a alegria é uma condição interior, uma experiência de riqueza e de liberdade de pensamentos e sentimentos. A educação, fascinada pelo conhecimento do mundo, esqueceu-se de que sua vocação é despertar o potencial único que jaz adormecido em Cada estudante. Daí o paradoxo com que sempre nos defrontamos: quanto maior o conhecimento, menor a sabedoria.
Atualmente dizem que a educação mudou, mas na realidade a letra mudou, mas a musica continua a mesma, claro que há respostas certas e erradas. O equivoco esta em ensinar ao aluno que é dito a ciência, o saber, a vida são feitos. E, com isto, ao aprender as respostas certas, os alunos desaprendem a arte de se aventurar e de errar sem saber que para uma resposta certa, milhares de tentativas erradas devem ser feitas. Talvez haverá um dia em que os alunos serão avaliados também pela ousadia de seus vôos.
Drummond, no poema que escreveu para o seu neto, dizia-lhe que muitas leis lhes seriam ensinadas, leis que deveriam ser esquecidas para que ele pudesse aprender leis mais altas. A cigarra tem de abandonar troncos das arvores a sua vida subterrânea a fim de se tornar um ser alado.
A miséria da educação não aparece onde ela é pior. Sua miséria se revela justamente onde ela é excelente. Pois, quando é que dizemos que ela é excelente? Justamente ali onde ela consegue, com competência, “administrar a qualidade’’dos corpos que ela deseja transformar.
Em relação as nossas crianças é normal vê-los como aquelas que precisam ser ensinadas, seres inacabados que, a semelhança de Pinóquio só se torna pessoas de carne e osso depois de serem submetidas as nossas artimanhas pedagógicas, os nossos mestres precisam se transformar em aprendizes, e que os adultos se disponham a aprender das crianças.
O corpo de uma criança é um espaço infinito onde cabem todos os universos, quanto mais ricos forem estes universos, maiores serão os vôos da borboleta, maior será o fascínio, maior será o numero de melodias que saberá tocar, maior será a possibilidade de amar, maior será a felicidade.
O pensamento é como a águia que só alça vôo nos espaços vazios do desconhecido. Pensar é voar sobre o que não se sabe. Não existe nada mais fatal para o pensamento que o ensino das respostas certas. Para isso existem as escolas: não para ensinar as respostas, mas para ensinar as perguntas. As respostas nos permitem andar sobre a terra firme. Mas somente as perguntas nos permitem entrar pelo mar esquecido.
E, no entanto, não podemos viver sem as respostas. As asas, para o impulso inicial do vôo, dependem de pés apoiados na terra firme. Os pássaros, antes de saber voar aprende a se apoiar sobre os seus pés. Também a criança, antes de aprender a voar, tem que aprender a caminhar sobre a terra firme. Terra firme: as milhares de perguntas para as quais as gerações passadas já descobriram as respostas. O primeiro momento da educação é a transmissão deste saber.
O se ensina nas escolas é marchar. Caminhar com passos firmes. Não saltar nunca sobre o vazio. Nada dizer que não esteja construído sobre sólidos fundamentos. Mas, com o aprendizado do rigor, você desaprendeu o fascínio do ousar. E até desaprendeu mesmo a arte de falar. Na idade media os pensadores só se atreviam a falar se solidamente apoiados nas autoridades. Continuamos a fazer o mesmo, embora os textos sagrados sejam outros. Também as escolas e universidades têm os seus papas, seus dogmas, suas ortodoxias. O segredo do sucesso na carreira acadêmica? Jogar bem a boca de forno, a aprender a fazer tudo o que seu mestre mandar.
Agora o que desejamos é que você aprenda a dançar. Lição de Zaratustra, que dizia que para se aprender a pensar é preciso primeiro aprender a dançar. Quem dança com as idéias descobre que pensar é alegria. Se pensar lhe da tristeza é porque você só sabe marchar, como soldados em ordem unida. Saltar sobre o vazio, pular de pico em pico. Não ter medo da queda. Foi assim que se construiu a ciência: não pela prudência dos que marcham, mas pela ousadia dos que sonham. Todo conhecimento nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não se ensina. Brota das profundezas do corpo, como a água brota das profundezas da terra.
As escolas: imensas oficinas, ferramentas de todos os tipos, capazes dos maiores milagres. Mas de nada valem para aqueles que não sabem sonhar. Os profissionais da educação pensam que o problema da educação se resolvera com a melhoria das oficinas: mais verbas, mais artefatos, técnicos, mais computadores. Não percebem que não é ai que o pensamento nasce. O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente do pensamento é o sonho. Por isto os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor.

Bibliografia: ALVES, Rubem Azevedo A alegria de ensinar. – São Paulo: – Ars Poética, 1994.

BRUNA COLT
MAGNA ARAUJO
VANUSA FERREIRA
LUCIENE
JULIANA
ROSANE

A importância do ar para os seres vivos

outubro 27, 2009

A importância do ar para os seres vivos

O ar é o elemento fundamental para a manutenção da vida dos chamados seres aeróbios terrestres. A composição do ar atmosférico contém cerca de 20% de oxigênio. Esse elemento é responsável pela oxidação da matéria orgânica. Assim, essa oxidação gera a energia necessária para que os seres vivos e espécies animais possam dispor de energia para suas atividades.

PROPRIEDADES DO AR

● O ar é incolor, insípido e inodoro;
● O ar tem peso;
● O ar ocupa espaço;
● O ar tem volume variável, é elástico e compressível;
● O ar tem forma variável;
● O ar tem pressão.

Conclusões:

O AR É CONSTITUÍDO POR, PELO MENOS, DOIS GASES:

* Um gás que permite que a vela arda, isto é, que permite as combustões e que por isso é chamado “comburente”;

* Um gás que não deixa que as combustões aconteçam, chamado “incomburente”.

O AR – RIQUEZA A CONSERVAR

● O ar constitui um elemento indispensável à vida: conseguimos viver 5 semanas sem comer, 5 dias sem água, mas não podemos viver sequer 5 minutos sem ar.

● Sem a camada de ar que rodeia a Terra, esta seria um deserto, não existiriam animais nem plantas, não haveria mudanças de clima, nem chuva, nem céu azul.

● Com o desenvolvimento industrial são lançados cada vez mais produtos que vão alterar a composição ar e a sua qualidade, com graves consequências para os seres vivos: é a poluição atmosférica.

Poluição no Brasil

A necessidade de ar para o desenvolvimento de diversas atividades humanas tem assumido proporções alarmantes, principalmente após a revolução industrial.
A queima de combustíveis fósseis por meio de derivados de petróleo tem provocado sérios problemas. Grandes metrópoles, tal como São Paulo, têm adotado o rodízio de veículos na busca de melhoria da qualidade do ar. As questões relacionadas à inversão térmica, em épocas de inverno, agravam esse problema.
Outro aspecto a ser considerado diz respeito ao aquecimento global. O tratado de Kyoto e a recente Conferência em Bali, na Indonésia, reuniram cerca de 190 países com objetivo de diminuir as emissões de gases poluentes.

Consequências da poluição atmosférica

Os poluentes do ar atmosférico entram continuamente no organismo humano, provocando doenças que se manifestam por:

► Problemas de pele;
► Asma;
►Bronquite;
►Doenças pulmonares;
►Irritação dos olhos;
►Fadiga;
►Destruição do esmalte dos dentes;
►Cancro.

Os animais e plantas também sofrem com a poluição:

►Os peixes e o gado adoecem e morrem;
► As plantas das grandes cidades são mais pequenas e frágeis que as da mesma espécie, que se encontram em ambientes não poluídos.

Até as construções em pedra estão sujeitas à ação da poluição atmosférica, já que os gases tóxicos e os ácidos existentes no ar vão provocando a corrosão da pedra.

Para pensar…

O Homem é o responsável máximo pela degradação da qualidade do ar. Poderíamos atribuir as culpas ao progresso, desmantelar fábricas e automóveis, casas e instalações comerciais, vestirmos todos uma pele e ir para o meio do monte fazer de conta que não aconteceu nada e que somos todos muito “naturais”! Mas o que é verdade é que isso não resolveria quase nada.
A solução está em assumirmos, por um lado, que não podemos voltar atrás e, por outro, que podemos ir em frente cometendo muito menos erros do que até aqui, aproveitando a própria tecnologia para solucionar os problemas que ela própria criou, não esquecendo, nunca, que a Terra não é nossa – “apenas a pedimos emprestada aos nossos filhos!”

Discentes:
 Adriana Silva Donato
 Ana Paula Lúcia da Silva
 Franciane Machado
 Geciene Souza de Queiroz
 João Henrique Vieira Garcia

Docente: Leandro Tancredo

Pedagogia – 6º período

Bem vindos futuros Pedagogos

outubro 3, 2009

Este é o site da 3ª turma
de Pedagogia FAF

Hello world!

outubro 2, 2009

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